Mês: Novembro 2014

Tarte de Batata Doce {Sweet Potato Pie}

Agora que ando pela Madeira, não podia deixar passar alguns dos produtos mais icónicos desta ilha. Trago-vos uma receita super saudável de tarte de batata-doce, que praticamente nem açúcar leva. O sabor é intensificado por um grande conjunto de especiarias que aquecem o corpo e a alma 🙂 E,  se gostarem destes sabores, têm aqui pitéu para repetir várias vezes. Além disto, receita é tão versátil, que podem fazer uma tarte, ou mini tartes super cremosas. É ao gosto do freguês. Ingredientes para a massa (faz duas ou três bases de massa): 2 copos e 3/4 de farinha de trigo 1/2 colher de sal 100 ml de azeite 125 ml de leite de aveia Ingredientes para o recheio: 400gr de batatas doces assadas, descascadas e esmagadas 70gr de açúcar mascavado 2 ovos batidos 1 colher de chá de canela 1/2 colher de chá de noz moscada 1/2 colher de chá de gengibre moído 1/4 de colher de chá de cravos-da-índia moídos 1/4 de colher de chá de sal 350 ml de leite de aveia 2 …

Entradas com Azeite Devotion {Devotion Olive Oil Starters}

Pois bem, caríssimos, revelo aqui e agora a minha paixão desmesurada por este produto tão português, tão mediterrânico que é o azeite. Desde pequena que metia imenso azeite nas batatas cozidas só para poder molhar no pão. Mesmo à lambona, que isto não é nada fino. Com o tempo, passei a usar azeite em quase todas as minhas receitas. É que além de bom e delicioso, faz muito bem. Bem melhor que óleos, manteigas… enfim, quando existe uma gordura numa comidinha, tento sempre substituir por azeite. Pode ser calórico (isso é de certeza), mas que faz bem, lá isso faz. Entretanto, aqui há alguns dias recebi em casa uma garrafinha de azeite de uma marca que desconhecia: a Devotion. Pois bem, no fundo, nem imaginava eu o que andava a perder! A Devotion é uma marca ‘made in portugal’ de dois meninos aqui de Leiria – o João Olaio e o João Quental -, que apresenta um azeite biológico “sem aditivos nem conservantes, com uma acidez inferior a 0,5%, de côr amarelo esverdeado, frutado, fresco …

Viseu: cinema, artes e bolos {Viseu: cinema, arts and cakes}

Agora que chamei a vossa atenção, posso dizer que este post não ensina a fazer bolinhos Viriatos saudáveis. Ahahaha! Basicamente, nem de comidinha fala, mas sim, de mais umas viagens aqui do pessoal do Alecrim, que morria para vos contar. Ele foi a cidade de Viseu, Canas de Senhorim, Lapa do Lobo, enfim… (Ah e só um aparte: sim! Comi destes Viriatos de Viseu. Já sabem que sou uma pessoa normal e que me permito a pecados (ahaha). Comi um a meias com o Bruno (que estes bolos são gigantes), e nem imaginam o bem que soube 😉 .) Adiante. Eu e o Bruno já contamos com, pelo menos, três viagens a Viseu, no espaço de um ano. Os culpados são os organizadores do Shortcutz Xpress Viseu, que dinamizam o cinema, em dose curta, por aquelas bandas: o Carlos Salvador e o Luís Belo, sempre acompanhados pelo José Crúzio, que nos presentea com belas fotografias das sessões. Ora bem, para quem não sabe, o formato Shortcutz é bastante conhecido no meio cinematográfico. Trata-se de um …

Arroz selvagem de espargos e cogumelos {Asparagous and Mushroom Wild Rice}

Para começar a semana com o pé direito, trago-vos um arroz selvagem. Já sabem que gosto das coisas o mais puras possível. Espargos selvagens, cogumelos selvagens… No fundo, trazem um novo paladar à mesa. E, sabores novos e saudáveis “é da melhor coisinha” que podemos dar ao nosso esbelto corpinho! Sim, meninas (aquelas que nunca acham que têm um corpo esbelto), aquilo que é nosso, não é apenas o que “temos de aguentar”, mas sim, o que devemos amar. Eu, por exemplo, tenho as ancas mais largas do que uma rapariga normal. Sofri muito com isso, durante muito tempo. Para quê? Para nunca estar satisfeita com nada? Para achar que nunca iria ser perfeita? Para quê? Para nada. Só se fosse para ser uma infeliz e rancorosa. Eit, é genético. Que posso eu fazer? Dieta? É que é já a seguir. Eu adoro comer!… Ahaha. (Sou “anti” dietas e “pro” alimentação saudável e contínua, sem nunca me privar de pequenos pecados). No fundo, amarmos o que temos, da mesma forma como amamos o facto de …